{"id":70429,"date":"2025-07-17T13:27:18","date_gmt":"2025-07-17T16:27:18","guid":{"rendered":"https:\/\/shopbrasil.vinyllandrecords.com\/?post_type=product&#038;p=70429"},"modified":"2025-07-17T13:27:18","modified_gmt":"2025-07-17T16:27:18","slug":"mestre-ambrosio-mestre-ambrosio-1996-2025","status":"publish","type":"product","link":"https:\/\/shopbrasil.vinyllandrecords.com\/en\/produto\/mestre-ambrosio-mestre-ambrosio-1996-2025\/","title":{"rendered":"MESTRE AMBR\u00d3SIO &#8211; MESTRE AMBR\u00d3SIO (1996\/2025)"},"content":{"rendered":"","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vinil Importado , Novo, Marafo Records, 2025.<\/p>\n<p>O primeiro disco da banda pernambucana Mestre Ambr\u00f3sio, lan\u00e7ado originalmente em 1996, em meio a efervesc\u00eancia do movimento manguebit.<\/p>\n<p>O projeto gr\u00e1fico foi todo desenvolvido em serigrafia, um processo de impress\u00e3o totalmente manual, dando caracter\u00edsticas \u00fanicas ao material gr\u00e1fico.<\/p>\n<p>Quem tem o CD, vai perceber que, apesar da capa escolhida na \u00e9poca ser outra, as artes que comp\u00f5e o projeto gr\u00e1fico do LP, tamb\u00e9m fazem parte do CD, e foram desenvolvidas pelo est\u00fadio Dolores &amp; Morales.<\/p>\n<p>TRACK-LIST:<\/p>\n<div>A1 Jos\u00e9<\/div>\n<div>A2 Se Z\u00e9 Limeira Sambasse Maracatu<\/div>\n<div>A3 P\u00e9-de-Cal\u00e7ada<\/div>\n<div>A4 Forr\u00f3 de Primeira<\/div>\n<div>A5 Estrela Amazona<\/div>\n<div>A6 Tr\u00eas Vendas<\/div>\n<div>A7 Benjaab<\/div>\n<div>B1 O Circo de Seu Bidu<\/div>\n<div>B2 Baile Catingoso<\/div>\n<div>B3 Mensagem pra Z\u00e9 Calixto<\/div>\n<div>B4 Pipoca Moderna<\/div>\n<div>B5 A Roseira (Onde A Mo\u00e7a Mijou)<\/div>\n<div>B6 Jatob\u00e1<\/div>\n<div>B7 Matuto do Salame<\/div>\n<div>\n<p>B8 A Feira de Caruaru<\/p>\n<h2>DESCRI\u00c7\u00c3O<\/h2>\n<p>Lan\u00e7ado em 1996, em meio \u00e0 intensas movimenta\u00e7\u00f5es do manguebit, o primeiro disco do Mestre Ambr\u00f3sio era uma revela\u00e7\u00e3o: uma sonoridade crua, forte, visceral e incomum, nascida de uma rela\u00e7\u00e3o intensa e radical com os longevos e imensos fluxos musicais do Nordeste brasileiro, sem apelos a conceitos nacionalistas ou discursos xen\u00f3fobos, cultivando ainda uma abertura sutil para elementos do rock ingl\u00eas e norte-americano e para m\u00faltiplas sonoridades cultivadas no centro, oeste e norte do continente africano.<\/p>\n<p>Para entender o impacto que a banda causou, \u00e9 preciso ter consci\u00eancia de que os trabalhos mais instigantes daquela \u00e9poca \u2013 Chico Science &amp; Na\u00e7\u00e3o Zumbi e Mundo Livre S\/A \u2013 embora tivessem entre suas virtudes uma aproxima\u00e7\u00e3o muito original do universo pop com algumas vertentes pouco celebradas da m\u00fasica brasileira, deixavam transparecer uma imers\u00e3o muito mais profunda na cultura do hip-hop, do punk, do post punk, do metal e da psicodelia.<\/p>\n<p>A banda, uma das maiores respons\u00e1veis pela renova\u00e7\u00e3o do forr\u00f3 p\u00e9-de-serra, tamb\u00e9m aventurou-se criativamente por formas de m\u00fasica, dan\u00e7a e poesia at\u00e9 ent\u00e3o pouco valorizadas (ou mesmo desconhecidas) pela juventude dos grandes centros urbanos: cavalo-marinho, maracatu de baque solto, coco de roda, cantoria de viola e banda de p\u00edfanos. No caminho, ampliou as possibilidades de utiliza\u00e7\u00e3o de instrumentos pouco lembrados por sua gera\u00e7\u00e3o, mas outrora muito populares no Nordeste \u2013 a rabeca, a viola din\u00e2mica, o fole de 8 baixos, o pandeiro, o il\u00fa, a zabumba \u2013 e ajudou a chamar a aten\u00e7\u00e3o para mestres reconhecidos apenas na regi\u00e3o da Zona da Mata Norte de Pernambuco, como Luiz Paix\u00e3o e Biu Roque.<\/p>\n<p>As belas composi\u00e7\u00f5es de Siba, um dos m\u00fasicos mais criativos de sua gera\u00e7\u00e3o, s\u00e3o um dos pontos altos do disco. Ao mesmo tempo em que demonstram um raro dom\u00ednio das linguagens musicais e po\u00e9ticas criadas e cultivadas no Nordeste, conseguem alcan\u00e7ar o est\u00e1gio ainda mais raro em que o estilo pessoal do autor \u00e9 imediatamente reconhec\u00edvel. A for\u00e7a dessas composi\u00e7\u00f5es, aliada \u00e0 maestria dos percussionistas \u00c9der \u2018O\u2019 Rocha, H\u00e9lder Vasconcelos, Maur\u00edcio Alves e S\u00e9rgio Cassiano, \u00e0 precis\u00e3o do baixo de Mazinho Lima, \u00e0 expressividade da rabeca de Siba, e \u00e0 performance coesa do conjunto, mant\u00e9m intactos at\u00e9 hoje o frescor e a relev\u00e2ncia do disco.<\/p>\n<p>\u00c9 ineg\u00e1vel a forte influ\u00eancia do Mestre Ambr\u00f3sio sobre um grande n\u00famero de m\u00fasicos jovens a partir do final dos anos 90. Alguns exemplos claros dessa reverbera\u00e7\u00e3o podem ser percebidos no trabalho dos grupos pernambucanos Ch\u00e3o e Chinelo (do qual fui integrante, ao lado de Maciel Salu, Nilton J\u00fanior e Mestre Nico), Comadre Fulozinha (da qual fizeram parte Karina Buhr, Alessandra Le\u00e3o e Isaar), Rabecado, Azabumba (bandas que contaram com Juliano Holanda e Publius) e Quarteto Olinda (com o potiguar Cl\u00e1udio Rabeca); da cantora Renata Rosa, paulistana radicada no Recife; dos paraibanos da Cabru\u00eara e dos cearenses da Ful\u00f4 da Aurora; al\u00e9m de in\u00fameros grupos de forr\u00f3 surgidos no sudeste brasileiro, na Europa, Am\u00e9rica do Norte e Jap\u00e3o.<\/p>\n<p>Ca\u00e7apa<br \/>\nS\u00e3o Paulo, junho de 2021<\/p>\n<p>https:\/\/open.spotify.com\/album\/1U8sdyo04CqnvlpWh5lnt9?si=IMkVP3KMQlubmvJY7n49jw<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"featured_media":70431,"template":"","meta":[],"product_brand":[],"product_cat":[107,111,119,97],"product_tag":[],"class_list":{"0":"post-70429","1":"product","2":"type-product","3":"status-publish","4":"has-post-thumbnail","6":"product_cat-garimpo","7":"product_cat-destaque","8":"product_cat-marafo","9":"product_cat-lp","11":"first","12":"instock","13":"taxable","14":"shipping-taxable","15":"purchasable","16":"product-type-simple"},"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>MESTRE AMBR\u00d3SIO - MESTRE AMBR\u00d3SIO (1996\/2025) - Vinyl Land Records<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/shopbrasil.vinyllandrecords.com\/produto\/mestre-ambrosio-mestre-ambrosio-1996-2025\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"en_US\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"MESTRE AMBR\u00d3SIO - MESTRE AMBR\u00d3SIO (1996\/2025) - Vinyl Land Records\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"[:pb]Vinil Importado , Novo, Marafo Records, 2025.  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TRACK-LIST: A1 Jos\u00e9 A2 Se Z\u00e9 Limeira Sambasse Maracatu A3 P\u00e9-de-Cal\u00e7ada A4 Forr\u00f3 de Primeira A5 Estrela Amazona A6 Tr\u00eas Vendas A7 Benjaab B1 O Circo de Seu Bidu B2 Baile Catingoso B3 Mensagem pra Z\u00e9 Calixto B4 Pipoca Moderna B5 A Roseira (Onde A Mo\u00e7a Mijou) B6 Jatob\u00e1 B7 Matuto do Salame B8 A Feira de Caruaru DESCRI\u00c7\u00c3O Lan\u00e7ado em 1996, em meio \u00e0 intensas movimenta\u00e7\u00f5es do manguebit, o primeiro disco do Mestre Ambr\u00f3sio era uma revela\u00e7\u00e3o: uma sonoridade crua, forte, visceral e incomum, nascida de uma rela\u00e7\u00e3o intensa e radical com os longevos e imensos fluxos musicais do Nordeste brasileiro, sem apelos a conceitos nacionalistas ou discursos xen\u00f3fobos, cultivando ainda uma abertura sutil para elementos do rock ingl\u00eas e norte-americano e para m\u00faltiplas sonoridades cultivadas no centro, oeste e norte do continente africano.  Para entender o impacto que a banda causou, \u00e9 preciso ter consci\u00eancia de que os trabalhos mais instigantes daquela \u00e9poca \u2013 Chico Science &amp; Na\u00e7\u00e3o Zumbi e Mundo Livre S\/A \u2013 embora tivessem entre suas virtudes uma aproxima\u00e7\u00e3o muito original do universo pop com algumas vertentes pouco celebradas da m\u00fasica brasileira, deixavam transparecer uma imers\u00e3o muito mais profunda na cultura do hip-hop, do punk, do post punk, do metal e da psicodelia.  A banda, uma das maiores respons\u00e1veis pela renova\u00e7\u00e3o do forr\u00f3 p\u00e9-de-serra, tamb\u00e9m aventurou-se criativamente por formas de m\u00fasica, dan\u00e7a e poesia at\u00e9 ent\u00e3o pouco valorizadas (ou mesmo desconhecidas) pela juventude dos grandes centros urbanos: cavalo-marinho, maracatu de baque solto, coco de roda, cantoria de viola e banda de p\u00edfanos. No caminho, ampliou as possibilidades de utiliza\u00e7\u00e3o de instrumentos pouco lembrados por sua gera\u00e7\u00e3o, mas outrora muito populares no Nordeste \u2013 a rabeca, a viola din\u00e2mica, o fole de 8 baixos, o pandeiro, o il\u00fa, a zabumba \u2013 e ajudou a chamar a aten\u00e7\u00e3o para mestres reconhecidos apenas na regi\u00e3o da Zona da Mata Norte de Pernambuco, como Luiz Paix\u00e3o e Biu Roque.  As belas composi\u00e7\u00f5es de Siba, um dos m\u00fasicos mais criativos de sua gera\u00e7\u00e3o, s\u00e3o um dos pontos altos do disco. Ao mesmo tempo em que demonstram um raro dom\u00ednio das linguagens musicais e po\u00e9ticas criadas e cultivadas no Nordeste, conseguem alcan\u00e7ar o est\u00e1gio ainda mais raro em que o estilo pessoal do autor \u00e9 imediatamente reconhec\u00edvel. A for\u00e7a dessas composi\u00e7\u00f5es, aliada \u00e0 maestria dos percussionistas \u00c9der \u2018O\u2019 Rocha, H\u00e9lder Vasconcelos, Maur\u00edcio Alves e S\u00e9rgio Cassiano, \u00e0 precis\u00e3o do baixo de Mazinho Lima, \u00e0 expressividade da rabeca de Siba, e \u00e0 performance coesa do conjunto, mant\u00e9m intactos at\u00e9 hoje o frescor e a relev\u00e2ncia do disco.  \u00c9 ineg\u00e1vel a forte influ\u00eancia do Mestre Ambr\u00f3sio sobre um grande n\u00famero de m\u00fasicos jovens a partir do final dos anos 90. Alguns exemplos claros dessa reverbera\u00e7\u00e3o podem ser percebidos no trabalho dos grupos pernambucanos Ch\u00e3o e Chinelo (do qual fui integrante, ao lado de Maciel Salu, Nilton J\u00fanior e Mestre Nico), Comadre Fulozinha (da qual fizeram parte Karina Buhr, Alessandra Le\u00e3o e Isaar), Rabecado, Azabumba (bandas que contaram com Juliano Holanda e Publius) e Quarteto Olinda (com o potiguar Cl\u00e1udio Rabeca); da cantora Renata Rosa, paulistana radicada no Recife; dos paraibanos da Cabru\u00eara e dos cearenses da Ful\u00f4 da Aurora; al\u00e9m de in\u00fameros grupos de forr\u00f3 surgidos no sudeste brasileiro, na Europa, Am\u00e9rica do Norte e Jap\u00e3o.  Ca\u00e7apa S\u00e3o Paulo, junho de 2021  https:\/\/open.spotify.com\/album\/1U8sdyo04CqnvlpWh5lnt9?si=IMkVP3KMQlubmvJY7n49jw  [:en]Vinil Importado , Novo, Marafo Records, 2025.  O primeiro disco da banda pernambucana Mestre Ambr\u00f3sio, lan\u00e7ado originalmente em 1996, em meio a efervesc\u00eancia do movimento manguebit.  O projeto gr\u00e1fico foi todo desenvolvido em serigrafia, um processo de impress\u00e3o totalmente manual, dando caracter\u00edsticas \u00fanicas ao material gr\u00e1fico.  Quem tem o CD, vai perceber que, apesar da capa escolhida na \u00e9poca ser outra, as artes que comp\u00f5e o projeto gr\u00e1fico do LP, tamb\u00e9m fazem parte do CD, e foram desenvolvidas pelo est\u00fadio Dolores &amp; Morales.  TRACK-LIST: A1 Jos\u00e9 A2 Se Z\u00e9 Limeira Sambasse Maracatu A3 P\u00e9-de-Cal\u00e7ada A4 Forr\u00f3 de Primeira A5 Estrela Amazona A6 Tr\u00eas Vendas A7 Benjaab B1 O Circo de Seu Bidu B2 Baile Catingoso B3 Mensagem pra Z\u00e9 Calixto B4 Pipoca Moderna B5 A Roseira (Onde A Mo\u00e7a Mijou) B6 Jatob\u00e1 B7 Matuto do Salame   B8 A Feira de Caruaru DESCRI\u00c7\u00c3O Lan\u00e7ado em 1996, em meio \u00e0 intensas movimenta\u00e7\u00f5es do manguebit, o primeiro disco do Mestre Ambr\u00f3sio era uma revela\u00e7\u00e3o: uma sonoridade crua, forte, visceral e incomum, nascida de uma rela\u00e7\u00e3o intensa e radical com os longevos e imensos fluxos musicais do Nordeste brasileiro, sem apelos a conceitos nacionalistas ou discursos xen\u00f3fobos, cultivando ainda uma abertura sutil para elementos do rock ingl\u00eas e norte-americano e para m\u00faltiplas sonoridades cultivadas no centro, oeste e norte do continente africano.  Para entender o impacto que a banda causou, \u00e9 preciso ter consci\u00eancia de que os trabalhos mais instigantes daquela \u00e9poca \u2013 Chico Science &amp; Na\u00e7\u00e3o Zumbi e Mundo Livre S\/A \u2013 embora tivessem entre suas virtudes uma aproxima\u00e7\u00e3o muito original do universo pop com algumas vertentes pouco celebradas da m\u00fasica brasileira, deixavam transparecer uma imers\u00e3o muito mais profunda na cultura do hip-hop, do punk, do post punk, do metal e da psicodelia.  A banda, uma das maiores respons\u00e1veis pela renova\u00e7\u00e3o do forr\u00f3 p\u00e9-de-serra, tamb\u00e9m aventurou-se criativamente por formas de m\u00fasica, dan\u00e7a e poesia at\u00e9 ent\u00e3o pouco valorizadas (ou mesmo desconhecidas) pela juventude dos grandes centros urbanos: cavalo-marinho, maracatu de baque solto, coco de roda, cantoria de viola e banda de p\u00edfanos. No caminho, ampliou as possibilidades de utiliza\u00e7\u00e3o de instrumentos pouco lembrados por sua gera\u00e7\u00e3o, mas outrora muito populares no Nordeste \u2013 a rabeca, a viola din\u00e2mica, o fole de 8 baixos, o pandeiro, o il\u00fa, a zabumba \u2013 e ajudou a chamar a aten\u00e7\u00e3o para mestres reconhecidos apenas na regi\u00e3o da Zona da Mata Norte de Pernambuco, como Luiz Paix\u00e3o e Biu Roque.  As belas composi\u00e7\u00f5es de Siba, um dos m\u00fasicos mais criativos de sua gera\u00e7\u00e3o, s\u00e3o um dos pontos altos do disco. Ao mesmo tempo em que demonstram um raro dom\u00ednio das linguagens musicais e po\u00e9ticas criadas e cultivadas no Nordeste, conseguem alcan\u00e7ar o est\u00e1gio ainda mais raro em que o estilo pessoal do autor \u00e9 imediatamente reconhec\u00edvel. A for\u00e7a dessas composi\u00e7\u00f5es, aliada \u00e0 maestria dos percussionistas \u00c9der \u2018O\u2019 Rocha, H\u00e9lder Vasconcelos, Maur\u00edcio Alves e S\u00e9rgio Cassiano, \u00e0 precis\u00e3o do baixo de Mazinho Lima, \u00e0 expressividade da rabeca de Siba, e \u00e0 performance coesa do conjunto, mant\u00e9m intactos at\u00e9 hoje o frescor e a relev\u00e2ncia do disco.  \u00c9 ineg\u00e1vel a forte influ\u00eancia do Mestre Ambr\u00f3sio sobre um grande n\u00famero de m\u00fasicos jovens a partir do final dos anos 90. Alguns exemplos claros dessa reverbera\u00e7\u00e3o podem ser percebidos no trabalho dos grupos pernambucanos Ch\u00e3o e Chinelo (do qual fui integrante, ao lado de Maciel Salu, Nilton J\u00fanior e Mestre Nico), Comadre Fulozinha (da qual fizeram parte Karina Buhr, Alessandra Le\u00e3o e Isaar), Rabecado, Azabumba (bandas que contaram com Juliano Holanda e Publius) e Quarteto Olinda (com o potiguar Cl\u00e1udio Rabeca); da cantora Renata Rosa, paulistana radicada no Recife; dos paraibanos da Cabru\u00eara e dos cearenses da Ful\u00f4 da Aurora; al\u00e9m de in\u00fameros grupos de forr\u00f3 surgidos no sudeste brasileiro, na Europa, Am\u00e9rica do Norte e Jap\u00e3o.  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O primeiro disco da banda pernambucana Mestre Ambr\u00f3sio, lan\u00e7ado originalmente em 1996, em meio a efervesc\u00eancia do movimento manguebit.  O projeto gr\u00e1fico foi todo desenvolvido em serigrafia, um processo de impress\u00e3o totalmente manual, dando caracter\u00edsticas \u00fanicas ao material gr\u00e1fico.  Quem tem o CD, vai perceber que, apesar da capa escolhida na \u00e9poca ser outra, as artes que comp\u00f5e o projeto gr\u00e1fico do LP, tamb\u00e9m fazem parte do CD, e foram desenvolvidas pelo est\u00fadio Dolores &amp; Morales.  TRACK-LIST: A1 Jos\u00e9 A2 Se Z\u00e9 Limeira Sambasse Maracatu A3 P\u00e9-de-Cal\u00e7ada A4 Forr\u00f3 de Primeira A5 Estrela Amazona A6 Tr\u00eas Vendas A7 Benjaab B1 O Circo de Seu Bidu B2 Baile Catingoso B3 Mensagem pra Z\u00e9 Calixto B4 Pipoca Moderna B5 A Roseira (Onde A Mo\u00e7a Mijou) B6 Jatob\u00e1 B7 Matuto do Salame B8 A Feira de Caruaru DESCRI\u00c7\u00c3O Lan\u00e7ado em 1996, em meio \u00e0 intensas movimenta\u00e7\u00f5es do manguebit, o primeiro disco do Mestre Ambr\u00f3sio era uma revela\u00e7\u00e3o: uma sonoridade crua, forte, visceral e incomum, nascida de uma rela\u00e7\u00e3o intensa e radical com os longevos e imensos fluxos musicais do Nordeste brasileiro, sem apelos a conceitos nacionalistas ou discursos xen\u00f3fobos, cultivando ainda uma abertura sutil para elementos do rock ingl\u00eas e norte-americano e para m\u00faltiplas sonoridades cultivadas no centro, oeste e norte do continente africano.  Para entender o impacto que a banda causou, \u00e9 preciso ter consci\u00eancia de que os trabalhos mais instigantes daquela \u00e9poca \u2013 Chico Science &amp; Na\u00e7\u00e3o Zumbi e Mundo Livre S\/A \u2013 embora tivessem entre suas virtudes uma aproxima\u00e7\u00e3o muito original do universo pop com algumas vertentes pouco celebradas da m\u00fasica brasileira, deixavam transparecer uma imers\u00e3o muito mais profunda na cultura do hip-hop, do punk, do post punk, do metal e da psicodelia.  A banda, uma das maiores respons\u00e1veis pela renova\u00e7\u00e3o do forr\u00f3 p\u00e9-de-serra, tamb\u00e9m aventurou-se criativamente por formas de m\u00fasica, dan\u00e7a e poesia at\u00e9 ent\u00e3o pouco valorizadas (ou mesmo desconhecidas) pela juventude dos grandes centros urbanos: cavalo-marinho, maracatu de baque solto, coco de roda, cantoria de viola e banda de p\u00edfanos. No caminho, ampliou as possibilidades de utiliza\u00e7\u00e3o de instrumentos pouco lembrados por sua gera\u00e7\u00e3o, mas outrora muito populares no Nordeste \u2013 a rabeca, a viola din\u00e2mica, o fole de 8 baixos, o pandeiro, o il\u00fa, a zabumba \u2013 e ajudou a chamar a aten\u00e7\u00e3o para mestres reconhecidos apenas na regi\u00e3o da Zona da Mata Norte de Pernambuco, como Luiz Paix\u00e3o e Biu Roque.  As belas composi\u00e7\u00f5es de Siba, um dos m\u00fasicos mais criativos de sua gera\u00e7\u00e3o, s\u00e3o um dos pontos altos do disco. Ao mesmo tempo em que demonstram um raro dom\u00ednio das linguagens musicais e po\u00e9ticas criadas e cultivadas no Nordeste, conseguem alcan\u00e7ar o est\u00e1gio ainda mais raro em que o estilo pessoal do autor \u00e9 imediatamente reconhec\u00edvel. A for\u00e7a dessas composi\u00e7\u00f5es, aliada \u00e0 maestria dos percussionistas \u00c9der \u2018O\u2019 Rocha, H\u00e9lder Vasconcelos, Maur\u00edcio Alves e S\u00e9rgio Cassiano, \u00e0 precis\u00e3o do baixo de Mazinho Lima, \u00e0 expressividade da rabeca de Siba, e \u00e0 performance coesa do conjunto, mant\u00e9m intactos at\u00e9 hoje o frescor e a relev\u00e2ncia do disco.  \u00c9 ineg\u00e1vel a forte influ\u00eancia do Mestre Ambr\u00f3sio sobre um grande n\u00famero de m\u00fasicos jovens a partir do final dos anos 90. Alguns exemplos claros dessa reverbera\u00e7\u00e3o podem ser percebidos no trabalho dos grupos pernambucanos Ch\u00e3o e Chinelo (do qual fui integrante, ao lado de Maciel Salu, Nilton J\u00fanior e Mestre Nico), Comadre Fulozinha (da qual fizeram parte Karina Buhr, Alessandra Le\u00e3o e Isaar), Rabecado, Azabumba (bandas que contaram com Juliano Holanda e Publius) e Quarteto Olinda (com o potiguar Cl\u00e1udio Rabeca); da cantora Renata Rosa, paulistana radicada no Recife; dos paraibanos da Cabru\u00eara e dos cearenses da Ful\u00f4 da Aurora; al\u00e9m de in\u00fameros grupos de forr\u00f3 surgidos no sudeste brasileiro, na Europa, Am\u00e9rica do Norte e Jap\u00e3o.  Ca\u00e7apa S\u00e3o Paulo, junho de 2021  https:\/\/open.spotify.com\/album\/1U8sdyo04CqnvlpWh5lnt9?si=IMkVP3KMQlubmvJY7n49jw  [:en]Vinil Importado , Novo, Marafo Records, 2025.  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